MEDICINA E VIDA · SAÚDE VASCULAR · JULHO 2026
O que os médicos recomendam fazer antes que as varizes se tornem um problema grave — e a alternativa que está a mudar a vida de milhares de mulheres em Portugal.
Pela Redação de Saúde Vascular · Medicina e Vida · Publicado a 02/07/2026
Todos os anos, milhões de mulheres em Portugal olham para as pernas e veem o mesmo: essas veias azuladas que vão crescendo pouco a pouco. A pesadez ao final do dia. As cãibras à noite. A vergonha de usar saia no verão.
Mas o que muitas não sabem é que por detrás do que parece um problema estético, esconde-se algo muito mais sério.
"As varizes em estadio inicial, como as aranhas vasculares, são muito frequentes e podem afetar praticamente 70% da população. O problema é que a maioria das mulheres ignora-as durante anos, e quando agem, o dano já é maior."
Quem fala é o Dr. João Ferreira, cirurgião vascular do Hospital de Santa Maria em Lisboa, com mais de 20 anos de experiência a tratar doenças venosas. E o que diz não é novo para ele — há duas décadas que repete o mesmo em consulta.
O problema, explica, não é apenas estético. As varizes são veias superficiais que se dilatam devido a um defeito na circulação sanguínea, o que dificulta o retorno do sangue das extremidades para o coração. Com o tempo, se não forem tratadas, podem derivar em complicações muito mais graves.
A predisposição genética é o principal fator de risco, segundo os especialistas. Mas há outros elementos que aumentam consideravelmente a probabilidade de as desenvolver: a gravidez, passar muitas horas de pé, o sedentarismo, o excesso de peso ou o uso de roupa muito justa.
A idade também desempenha um papel fundamental. A prevalência das varizes aumenta progressivamente com os anos, chegando a afetar até 80% da população na terceira idade.
"Uma mulher que trabalha de pé muitas horas, que teve gravidezes e que tem antecedentes familiares de varizes tem muita probabilidade de as desenvolver. E se além disso as ignorar durante anos, o risco de complicações sérias multiplica-se."
Os sintomas mais comuns incluem sensação de inchaço, pesadez, comichão, dor, cãibras e sensação de inquietação nas pernas. E todos tendem a piorar ao longo do dia, em épocas quentes, ou quando se passa muito tempo de pé ou sentada numa posição fixa.
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O prognóstico das varizes é benigno na maioria dos casos, mesmo sem intervenção. No entanto, se não se seguir um autocuidado adequado, podem surgir complicações sérias.
Entre as mais graves encontram-se o sangramento das veias varicosas, a trombose das veias varicosas e as infeções cutâneas. Além disso, as varizes podem originar complicações crónicas como alterações na pele, manchas vermelhas ou castanhas, pele seca com descamação e comichão intensa, ou úlceras varicosas.
"O que mais me preocupa em consulta não são as varizes em si, mas a atitude de 'já verei isso'. Cada ano que passa sem tratamento é um ano a mais de dano acumulado nas veias."
A Dra. Ana Rodrigues, especialista em flebologia do Hospital CUF no Porto, há anos que vê o mesmo padrão: mulheres que chegam à consulta com varizes que poderiam ter sido controladas anos antes, mas que se tornaram um problema sério por falta de atenção atempada.
Existem numerosos fármacos para tratar a insuficiência venosa e as varizes, conhecidos como flebotónicos, mas a sua eficácia é discreta e varia consideravelmente entre doentes.
O tratamento mais recomendado pelos especialistas continua a ser as meias de compressão. Estas atuam gerando uma maior compressão no pé e no tornozelo do que no resto da perna, o que provoca um efeito de drenagem da extremidade. Seguir as recomendações gerais e utilizá-las costuma ser suficiente para controlar as varizes em estadios iniciais.
Se não for assim, também se pode recorrer ao tratamento cirúrgico — escleroterapia, laser endovenoso, radiofrequência ou ablação mecânico-química. Mas estas opções implicam tempo, dinheiro e em muitos casos uma baixa médica.
"O problema com as meias de compressão é que muitas mulheres não as toleram, especialmente no verão. E sem uma alternativa eficaz para o dia a dia, acabam por não fazer nada. Isso é o que é perigoso."
Foi a própria Dra. Ana Rodrigues quem, à procura de alternativas para as suas doentes que não toleravam as meias de compressão, descobriu o VariVeins™ — um spray de ingredientes naturais que atua em profundidade graças à sua fórmula de absorção rápida.
Ao contrário dos cremes convencionais que ficam na superfície, o VariVeins™ penetra até onde estão as veias, ajudando a melhorar o retorno venoso e a reduzir a sensação de pesadez desde as primeiras aplicações.
"Não substitui as meias de compressão nem a cirurgia quando são necessárias. Mas para muitas doentes em estadios iniciais ou intermédios, está a ser uma ferramenta muito útil para o dia a dia. Os resultados que estou a ver em consulta surpreenderam-me."
Os seus ingredientes — castanha-da-índia, rusco, extratos de citrinos — há décadas que são usados para o cuidado das veias. O que diferencia o VariVeins™ é como chegam: o formato spray e a formulação conseguem que penetrem até onde estão as veias de verdade.
Aplica-se como um perfume: spray sobre a perna limpa, de baixo para cima, e deixa-se absorver. Sem cheiro forte, sem manchar a roupa, sem complicações.
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Carmen R. — Porto, 58 anos
"Há anos que não usava saia. Este verão comprei duas. As veias pequenas desapareceram quase por completo e as pernas já não me doem ao final do dia."
Marisol G. — Lisboa, 51 anos
"Sou das que acham que estas coisas não funcionam. Mas em três semanas já notei. Agora encomendámos a minha irmã e eu juntas."
Rocío M. — Faro, 63 anos
"O melhor foi não ter de pagar até me ser entregue em casa. Encomendei sem medo. E as cãibras à noite desapareceram."
Não tens de te resignar. Não tens de esperar que piore. Não tens de continuar a conviver com a dor e o desconforto como se fizesse parte do acordo.
Agir hoje, segundo os especialistas, é sempre melhor do que agir quando o dano já está feito.
Não tens nada a perder. As tuas pernas têm muito a ganhar.
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Experimenta 30 dias. Se não vires nenhuma melhoria, devolvemos o que pagaste. Sem complicações e sem teres de dar nenhuma explicação.
A maioria nota que as pernas pesam menos na primeira semana. As mudanças visuais nas veias costumam ver-se a partir da segunda ou terceira semana.
Funciona muito bem em varizes médias e aranhas vasculares. Se tiveres veias muito grandes pode ajudar com os sintomas, mas recomendamos que consultes também o teu médico.
Fazes a encomenda e quando o estafeta to traz a casa, pagas em dinheiro. Não é preciso cartão nem conta em nenhum sítio.
Para o primeiro mês completo recomendamos encomendar 2. Assim não ficas sem produto a meio do tratamento.
Sim, são perfeitamente compatíveis. Aplicas o spray primeiro, esperas um par de minutos e depois colocas as meias.
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* Este artigo reúne informação de especialistas em saúde vascular. Os resultados podem variar de pessoa para pessoa. O VariVeins™ é um produto cosmético e não substitui a consulta médica.